
O segundo turno das eleições de 2026 definiu, neste Domingo (25), os governadores eleitos em cinco estados brasileiros e no Distrito Federal. As disputas movimentaram o cenário político nacional e confirmaram vitórias de candidatos de diferentes partidos para os próximos quatro anos.
No Acre, Mailza Assis (PP) venceu Alan Rick (Republicanos), conquistando a reeleição com aproximadamente 66,2% dos votos válidos. No Amazonas, Omar Aziz (PSD) derrotou Professora Maria do Carmo (PL), alcançando cerca de 61,4% e garantindo a vitória na disputa pelo governo estadual.
No Distrito Federal, Celina Leão (PP) venceu Leandro Grass (PT), com aproximadamente 57,2% dos votos válidos. O resultado confirmou sua reeleição e a continuidade do projeto político à frente do governo da capital federal.
No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) superou Ricardo Ferraço (MDB), conquistando cerca de 52,2% dos votos válidos. A disputa foi uma das mais equilibradas deste segundo turno, com uma diferença menor entre os candidatos.
Já no Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) venceu Allyson (União Brasil), com aproximadamente 50,8% dos votos válidos. O resultado chamou a atenção por representar uma virada em relação ao primeiro turno, quando Allyson havia terminado à frente na disputa.
No Tocantins, Vicentinho Júnior (PSDB) derrotou Professora Dorinha (União Brasil), alcançando aproximadamente 64,5% dos votos válidos. Assim como no Rio Grande do Norte, o resultado representou uma mudança em relação à primeira votação, quando o candidato havia ficado atrás da adversária.
Com o encerramento das seis disputas, o segundo turno definiu os últimos governadores que ainda dependiam de uma nova votação para conhecer seus vencedores. Os resultados também movimentaram a composição política dos estados e do Distrito Federal, com diferentes partidos conquistando espaço na administração estadual.
A votação deste domingo encerrou a etapa decisiva das eleições para governador nas unidades da Federação que tiveram segundo turno, estabelecendo os nomes que estarão à frente desses governos a partir de 2027.